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A demanda que vemos e as soluções que entregamos.

Textos curtos sobre os problemas que chegam até a gente — a planilha que travou, a licença que venceu, o manifesto que ninguém achou — e como cada um virou sistema.

Frente 01 · Obras

A planilha compartilhada chega ao limite antes de a equipe perceber

adsistem · outubro de 2026

Toda carteira de obras começa numa planilha. Ela funciona bem até o dia em que duas pessoas lançam a mesma medição, alguém sobrescreve um saldo e ninguém sabe mais qual versão vale.

A demanda que vemos

Equipes de engenharia que respondem por dez, vinte contratos ao mesmo tempo. O acompanhamento vive num arquivo compartilhado: uma aba por obra, saldo digitado à mão, prazo conferido de cabeça. Funciona enquanto a pessoa que montou a planilha está na sala. Quando ela sai de férias, o arquivo trava.

Os sintomas se repetem: medição lançada duas vezes, aditivo que não entrou no saldo, contrato que venceu sem ninguém ter visto a data chegar. Nenhum desses é erro de conta — é falta de regra. A planilha aceita qualquer número.

O que entregamos

Um sistema em que o saldo não é digitado. Ele é calculado: valor contratado, mais aditivos, menos o que já foi medido. Se o número está errado, é porque faltou um lançamento, e isso aparece na tela. O prazo vira semáforo — em dia, atenção aos 60 dias, crítico aos 30, vencido — e o alerta dispara antes, não depois.

Em operação

Esse foi o primeiro sistema da plataforma: a carteira de obras de uma unidade de engenharia em Pernambuco, com 12 contratos, 11 unidades prediais e uma equipe de gestores e subgestores com perfis distintos de acesso. A planilha original virou a carga inicial do banco — ninguém redigitou nada.

O que muda no dia a dia

  • Cada medição entra uma vez, com número, data, valor e percentual físico, e já atualiza o saldo.
  • O gestor vê a carteira inteira num mapa; o fiscal de campo vê só as obras dele.
  • A planilha continua existindo — como exportação do sistema, não como fonte da verdade.
Frente 02 · Climate tech

Licença não vence de surpresa: condicionante é obrigação com dono e prazo

adsistem · outubro de 2026

Uma licença ambiental raramente é só um papel com data de validade. Vêm junto dez, vinte, quarenta condicionantes — e cada uma é uma promessa feita ao órgão ambiental.

A demanda que vemos

Empresas com várias licenças ativas, de órgãos diferentes, em unidades diferentes. As condicionantes estão lá, no corpo da licença, em PDF. Alguém leu uma vez, anotou num e-mail, e o acompanhamento depende da memória de quem anotou. Quando chega a renovação, a equipe descobre que faltou o relatório de monitoramento do semestre anterior.

O custo disso não é só a multa. É a renovação atrasada que trava uma obra, o auto de infração que entra no histórico da empresa, a semana perdida reconstruindo o que já tinha sido feito.

O que entregamos

Cada condicionante vira um registro: texto da obrigação, licença de origem, responsável, periodicidade, próximo vencimento, status e a evidência anexada — o relatório, a foto, o protocolo. O painel mostra o que vence nos próximos 30, 60 e 90 dias, por unidade e por licença. A renovação deixa de ser um susto porque o histórico de atendimento está pronto o ano inteiro.

Por que isso é climate tech

Compliance ambiental é a base de qualquer indicador de sustentabilidade que se preze. Não dá para falar em meta de emissão ou em relato ESG com condicionante vencida. O mesmo banco que guarda a licença alimenta o dashboard de indicadores — e cada número aponta para o documento que o comprova.

O que muda no dia a dia

  • Alerta por e-mail antes do vencimento, para o responsável certo.
  • Evidência anexada no ato, não procurada meses depois.
  • Relatório de atendimento gerado a partir dos registros, pronto para o órgão.
Frente 02 · Climate tech

Rastreabilidade de resíduos: do manifesto ao indicador

adsistem · outubro de 2026

Gerar um MTR é obrigação. Saber, em qualquer dia do ano, quanto resíduo saiu, para onde foi e quanto disso virou reciclagem — isso é gestão.

A demanda que vemos

Redes de lojas, indústrias e centros de distribuição com dezenas de unidades geradoras. Cada uma emite seus manifestos no sistema nacional, cada transportador manda seu certificado de destinação, e no fim do mês alguém junta tudo numa planilha para o relatório da matriz. O dado existe, mas está espalhado em PDFs e caixas de e-mail.

Quando a diretoria pergunta "quanto desviamos de aterro este ano?", a resposta leva uma semana. E quando o órgão ambiental pede a comprovação de destinação de um lote específico, a busca começa do zero.

O que entregamos

Uma cadeia de custódia: gerador, resíduo, quantidade, transportador, destinador e documento — tudo ligado. O manifesto entra, o certificado de destinação fecha o ciclo, e o indicador se atualiza sozinho. Por unidade, por tipo de resíduo, por período. O relatório da matriz vira uma tela, não uma tarefa de fim de mês.

De onde vem essa experiência

A AD Consultoria é responsável técnica pelo gerenciamento de resíduos de plantas industriais, shoppings, centros de distribuição e redes de supermercado em Pernambuco. O sistema nasce do que a equipe faz à mão todo mês — e do que ela gostaria de nunca mais fazer à mão.

O que muda no dia a dia

  • Lote sem certificado de destinação aparece em vermelho até fechar.
  • Percentual de desvio de aterro disponível a qualquer momento, com a lista de documentos que o sustentam.
  • Auditoria responde em minutos: filtro por lote, exporta, pronto.
Frente 03 · Sob demanda

Por que um mesmo núcleo serve a obras, viveiros e hotéis-fazenda

adsistem · outubro de 2026

Parece estranho que a mesma plataforma que acompanha contratos de engenharia também sirva para as reservas de um hotel-fazenda ou o estoque de um viveiro de mudas. Não é.

A demanda que vemos

Operações pequenas e médias que não cabem em software de prateleira — ou que cabem, mas pagando por cinquenta funções para usar três. Um viveiro que precisa controlar lotes de mudas por espécie e data de semeadura. Um hotel-fazenda que precisa de reservas, checklist de quartos e controle de manutenção no mesmo lugar. Uma rede de lojas que precisa registrar a destinação de resíduos de cada unidade.

O que essas operações têm em comum é a estrutura do problema: registros que mudam de estado ao longo do tempo, pessoas com permissões diferentes, prazos que precisam gerar aviso e um painel que resuma tudo.

O que entregamos

Um núcleo que já resolve o que é igual em toda operação: banco de dados com isolamento por cliente, login por convite, perfis de gestor, editor e visualizador, histórico de alterações, alertas por prazo e um painel configurável. Em cima dele, o que é específico do cliente: os campos, as regras, as telas. O resultado é um sistema sob medida com o custo e o prazo de um sistema que já existe pela metade.

Como começa

Com a planilha que a operação já usa. Ela vira a carga inicial do banco, os cabeçalhos viram campos, as abas viram telas. Em poucos dias existe um protótipo para olhar e decidir — e o protótipo já está no endereço definitivo, com login funcionando.

O que muda no dia a dia

  • Cada cliente acessa pelo próprio endereço, com os próprios dados, sem ver os dos outros.
  • Uma regra nova — um campo, um alerta, um relatório — entra sem reescrever o sistema.
  • Quando a operação cresce, o sistema cresce junto, em vez de ser trocado.

Quer um sistema assim para a sua operação?

Conte como o acompanhamento é feito hoje — planilha, e-mail, papel — que a gente avalia o que dá para automatizar e em quanto tempo.